ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA THOBIAS® -Uêêêba, peguei um Corbusier, um Phillip Johnson e um Peter Eisenman!!! ____________________________ ARQUITETURA THOBIAS® ARRÁUN DE UOÔRD O Escritório de Arquitetura Thobias® é um sucesso, esse blog é um sucesso, etc., etc., etc., é tudo um sucesso. Taí ó: "Thobias®? No Instituto de Surdos-Mudos de Nova York não se fala em outra coisa." (Nelson Motta, Emtodas, New York, NY) "Tobyas what?" (Kenneth Frampton, Modernidade & Paz, New York) "O escritório de arquitetura Thobias® é 83% genial, 75% maravilhosa. A outra metade é espetacular." (Oldemário Mariano, Gazeta do Comércio, Piauí) "O importante são os amigos. Mas Thubias eu não conheço." (Oscar Niemeyer, Berço Esplêndido, Brasil) "Não vi e não gostei." (Joaquim Guedes, Me Segura Que Vai Dar Um Troço, São Paulo) "A arquitetura brasileira estava na beira do precipício. Com o escritório de arquitetura Thobias®, deu um grande passo à frente."(Craudio Boczon, Diário de Varsóvia) (((comentários?))) OS LIMITES INFINDOS DA ARQUITETURA Um único arquiteto projetou todos os edifícios que há no mundo; esses edifícios apresentam uma tal unidade central que é inegável serem obra de um único arquiteto onisciente. A história da arquitetura não é a história dos autores e dos acidentes de sua carreira ou da carreira de suas obras. É, sim, a história do espírito como produtor e usuário de arquitetura. Todos os livros de história podem ser reescritos, sem mencionar qualquer nome. Frank Lloyd Wright percebeu tudo isso quando conversou com Deus e Este mostrou tão pouco interesse por diferenças arquitetônicas que o chamou de Mies van der Rohe. Isso, porém, insinuaria uma confusão da mente divina. Mais correto é dizer que, no paraíso, Wright soube que, para a insondável divindade, ele e Mies (o racional e o orgânico, o apolíneo e o dionisíaco, o europeu e o americano) formavam uma só pessoa. (((comentários?))) AVISO À DISTINTA CLIENTELA: Vimos, por meio deste, contradizer e desdizer tudo o que foi anteriormente afirmado neste blog. Tome-se por verdade o extremo oposto. Onde estava grafado "curto", que se leia "longo"; onde se lia "reto", que se leia "torto"; onde a ação era "abaixar-se", que seja corrigida para "levantar-se"; onde se lia que a direção era para a esquerda, entenda-se que era para a direita; onde se lia que alguma coisa "é", entenda-se que ela "não é"; onde se lia que algo "foi", entenda-se que "será" ou que "não foi" (ao gosto do freguês). A "errata" é integral, abrangendo todas as minúcias dos textos e das fotos divulgados, incluindo-se o parágrafo acima, o atual e o próximo, todas as frases e, quiçá, todas as letras, todas as vírgulas, todos os pontos, todos os bites. Em breve, talvez seja anunciada uma "acertata". Talvez, talvez... (((comentários?)))
-Uêêêba, peguei um Corbusier, um Phillip Johnson e um Peter Eisenman!!! ____________________________ ARQUITETURA THOBIAS® ARRÁUN DE UOÔRD O Escritório de Arquitetura Thobias® é um sucesso, esse blog é um sucesso, etc., etc., etc., é tudo um sucesso. Taí ó: "Thobias®? No Instituto de Surdos-Mudos de Nova York não se fala em outra coisa." (Nelson Motta, Emtodas, New York, NY) "Tobyas what?" (Kenneth Frampton, Modernidade & Paz, New York) "O escritório de arquitetura Thobias® é 83% genial, 75% maravilhosa. A outra metade é espetacular." (Oldemário Mariano, Gazeta do Comércio, Piauí) "O importante são os amigos. Mas Thubias eu não conheço." (Oscar Niemeyer, Berço Esplêndido, Brasil) "Não vi e não gostei." (Joaquim Guedes, Me Segura Que Vai Dar Um Troço, São Paulo) "A arquitetura brasileira estava na beira do precipício. Com o escritório de arquitetura Thobias®, deu um grande passo à frente."(Craudio Boczon, Diário de Varsóvia)
OS LIMITES INFINDOS DA ARQUITETURA Um único arquiteto projetou todos os edifícios que há no mundo; esses edifícios apresentam uma tal unidade central que é inegável serem obra de um único arquiteto onisciente. A história da arquitetura não é a história dos autores e dos acidentes de sua carreira ou da carreira de suas obras. É, sim, a história do espírito como produtor e usuário de arquitetura. Todos os livros de história podem ser reescritos, sem mencionar qualquer nome. Frank Lloyd Wright percebeu tudo isso quando conversou com Deus e Este mostrou tão pouco interesse por diferenças arquitetônicas que o chamou de Mies van der Rohe. Isso, porém, insinuaria uma confusão da mente divina. Mais correto é dizer que, no paraíso, Wright soube que, para a insondável divindade, ele e Mies (o racional e o orgânico, o apolíneo e o dionisíaco, o europeu e o americano) formavam uma só pessoa.
AVISO À DISTINTA CLIENTELA: Vimos, por meio deste, contradizer e desdizer tudo o que foi anteriormente afirmado neste blog. Tome-se por verdade o extremo oposto. Onde estava grafado "curto", que se leia "longo"; onde se lia "reto", que se leia "torto"; onde a ação era "abaixar-se", que seja corrigida para "levantar-se"; onde se lia que a direção era para a esquerda, entenda-se que era para a direita; onde se lia que alguma coisa "é", entenda-se que ela "não é"; onde se lia que algo "foi", entenda-se que "será" ou que "não foi" (ao gosto do freguês). A "errata" é integral, abrangendo todas as minúcias dos textos e das fotos divulgados, incluindo-se o parágrafo acima, o atual e o próximo, todas as frases e, quiçá, todas as letras, todas as vírgulas, todos os pontos, todos os bites. Em breve, talvez seja anunciada uma "acertata". Talvez, talvez...